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Veja como a impressão
3D pode te ajudar

Com o modelo de uma estrutura corporal impressa, feita a partir de tomografias e ressonâncias magnéticas, os profissionais da saúde podem se preparar melhor para as cirurgias. Isso leva a uma redução drástica do tempo e dos custos na sala de cirurgia, melhora a satisfação do paciente, diminui a ansiedade e reduz o tempo de recuperação.
Os cirurgiões que utilizam este método afirmam se sentirem mais seguros, pois com o estudo prévio de uma estrutura corporal, não é preciso fazer isso no momento da cirurgia, o que reduz em mais 20%* o tempo de cirurgia.
(Fonte: Use of three-dimensional printing in preoperative planning in orthopaedic trauma surgery: A systematic review and meta-analysis. World J Orthop 2020)
O tempo operatório está associado a um maior risco de desenvolver complicações pós-operatórias, como infecções de feridas e trombose venosa profunda. Com menos tentativas e escolhas mais assertivas, o paciente sofre menos traumas, que resultam em uma recuperação mais rápida.
Com um material descartável para simulação, é possível testar a inserção de próteses no modelo de estudo. Assim, é possível evitar trocas, adaptações, mudanças de abordagem, custos e tempo cirúrgico.
Com a impressão 3D é possível reduzir mais de 25% a perda de sangue intra-operatória, a variar de acordo com o tipo de cirurgia. Isso se deve principalmente à menor dissecção dos tecidos circundantes e à redução de tempo cirúrgico.
(Fonte: Use of three-dimensional printing in preoperative planning in orthopaedic trauma surgery: A systematic review and meta-analysis. World J Orthop 2020)
Nos casos de fraturas, a redução de fluoroscopia como recurso lateral pode ser reduzida em média 23,8%, evitando a exposição do paciente à radiação, reduzindo custos e o tempo do procedimento.
(Fonte: Use of three-dimensional printing in preoperative planning in orthopaedic trauma surgery: A systematic review and meta-analysis. World J Orthop 2020)
As crianças são as mais vulneráveis à radiação, podendo chegar a ser 10 vezes mais sensíveis à radiação do que os adultos. Por isso, a impressão 3D pode reduzir os reflexos negativos da radiação com o planejamento e simulação dos procedimentos.
(Fonte: Letícia Lima - Risco de exposição à radiação ionizanteem crianças e adolescentes participantes de um programa de controle da asma em comparação à população geral. Página 62 parágrafo 3)

Por que escolher a 3D Med?

Empresa pioneira no mercado de
biomodelos

Atuante no mercado
desde 2014

Prazo de apenas 72 horas para a produção
e envio do material

Domínio e Diversidade de
tecnologia

Contamos com a expertise de Felipe Wolf,
referência em impressão em 3D no Brasil

Convênio com a Unicamp no ramo de
tecnologia

Veja como é fácil aproveitar a tecnologia 3D

O que estão falando sobre o nosso serviço

Qual tecnologia de impressão atende a sua necessidade?

Material de grande resistência, acabamento fosco parecido com gesso. Bom para imprimir com muita fidelidade contornos delicados e complexos. Os modelos cheios de fragmentos e fraturas tem que ser preferencialmente impressos nessa tecnologia. Permite apenas a impressão de uma cor por vez (Branco).

Permite autoclavagem.

Recomendamos usar na impressão de: Biomodelos complexos com sistema nervoso, ossos porosos, sistemas vasculares.

Ótimo acabamento superficial, podendo ser fosco ou brilhante. Resistência média, permite fresagens e desbastes manuais sem dificuldades, ótimo para ilustrações e modelos transparentes. É possível imprimir em uma cor por vez, sendo qualquer cor selecionada, opaca, translúcida ou transparente.

Maior variedade de aparências e dureza.

Recomendamos usar na impressão de: Todas as áreas, com exceção de sistemas vasculares ou nervosos.

Impressão mais comum no mercado. Pode ser aplicada para réplicas de ossos sem fragmentos ou com contornos sem complexidade. A tecnologia é mais barata, mas exige mais conhecimento técnico durante a impressão para manter a fidelidade do modelo durante a impressão.

As cores variam muito, oferecendo todas as cores em peças opacas. A fidelidade é média para baixa e a aplicação é limitada dentro da área médica, pois esta tecnologia não é amigável na desinfecção do produto ou esterilização.

Recomendamos usar na impressão de: réplicas de ossos (biomodelos para planejamento cirúrgico ortopédico), modelos de molde de placa (quando o médico precisa moldar o formato da placa de “fixação” óssea antes da cirurgia) por ser um material duro e resistente e de baixo custo.

 

Entenda os nossos biomodelos e aplicações

Esse modelo, como o próprio nome diz, possui finalidade educacional ou instrutiva.
Pode ser feito em todas as tecnologias e materiais que dispomos, nylon (SLS), polyjet (resina fdm), metal (dmls), fdm(filamento plástico) e sla/dlp/lcd (Resina Líquida).

Neste produto levamos em consideração a aparência final e a facilidade de identificação dos órgãos ou elementos em questão. É pensando nisso que escolhemos os materiais, as cores sendo realistas, representativas ou não.
Em geral a tecnologia que oferece mais detalhes e melhor acabamento é a de resina líquida (sla/dlp/lcd), a aparência final varia do opaco para o brilhante translúcido.

Por sua versatilidade, esse modelo pode ser aplicado em todas as áreas anatômicas, representando todos os tecidos, como pele, gordura, músculos, tendões, nervos e ossos, além de outros elementos anatômicos.
A disposição do modelo depende do que se é representado, pode ser um modelo em corte evidenciando um órgão abaixo da pele ou mesmo um sistema circulatório, assim como um modelo transparente evidenciando elementos internos.

Áreas de aplicação utilizadas em mercado ou estudos:
Medicina Fetal: Temos um feto impresso com a tecnologia SLS, com escala real de um bebê de aproximadamente 12 semanas. Este modelo permite a visualização dos sistemas em suas primeiras fases de desenvolvimento, sistema digestivo, nervoso, respiratório e circulatório.

Modelo para referência educacional ou instrutiva. Pode ser um modelo ou alguns modelos para estudo de alguma finalidade específica, algum funcionamento biológico, doença ou apenas uma separação de partes para melhor identificação.
Educacional: Pode ser utilizado para referência durante treinamentos médicos tanto para novas enfermidades ou procedimentos. Em geral envolve um médico explicando para outro.
Instrutivo: Serve para explicar anatomia ou procedimentos para uma pessoa leiga. Pode também ser composto por dois ou mais modelos comparáveis entre sí, para “antes e depois” ou mesmo “saudável” x “doente”.

Modelo utilizado apenas de molde para a deformação de uma placa que será aplicada no paciente. Este procedimento feito antes da cirurgia pode poupar em 40 min durante uma cirurgia. (referências de estudos). Não necessita de material esterilizável.
É um procedimento barato por conta do material envolvido e a baixa necessidade de resolução, pois a peça precisa ter força para aguentar pressão manual, mantendo a forma.

Modelo réplica de uma parte específica de um paciente feita a partir de um exame fornecido pelo médico ou paciente.
Qualquer uma das tecnologias disponíveis pode ser selecionada para esta finalidade, dependendo do que for melhor:
SLS: Tecidos Vasculares, Tecidos nervosos, Ramificações ósseas delicadas.
SLA/DLP/LCD: Ossos, tecidos moles, modelos transparentes, partes do corpo que necessitem de bom acabamento e fidelidade de textura.
FDM: Ossos Grandes, Órgãos volumosos.
A finalidade é uma expressão do exame no mundo real, ao invés de ver um corte de raio X ou um planejamento virtual (visualização do exame 3D no computador) o médico pode manipular o modelo e compreender melhor as dimensões dos órgãos isoladamente de maneira intuitiva.

Este biomodelo tem um material mais fácil de desbastar e isso possibilita simulações de cirurgia que são muito importantes principalmente para procedimento em pessoas com massa óssea comprometida.

 

Justamente por isso, ele é ideal para auxiliar a escolha de próteses, parafusos, placas e outros materiais a serem inseridos no paciente; pode estimar o tempo cirúrgico; as ferramentas necessárias durante o procedimento; fazer uma mudança de abordagem rápida para evitar procedimentos que poderiam necessitar de um segundo procedimento para correção, entre outras funções.

 

Esse biomodelo é feito de resinas de impressão 3D com textura similar à óssea e desbaste fácil e possui alta fidelidade, com 0,05mm de precisão dimensional.

 

As aplicações possíveis para esse biomodelo são:

 

  • Simulação de cirurgias ortopédicas, pois apresentam uma alta fidelidade em relação aos ossos, o que é muito importante para o médico decidir sobre o uso de próteses corretas, guias cirúrgicos e verificação de espessura óssea onde ele pretende aplicar parafusos.
  • O cirurgião tem a chance de mudar a abordagem quando encontra um osso com pouca massa e que não suportaria uma prótese, então ao invés de “tentar”, ele pode se programar para uma prótese completa ao invés de uma prótese parcial. Isso traz muitos ganhos para o cirurgião, pois seu nome vai ser valorizado por um acerto muito maior em seus resultados cirúrgicos.
  • Verificar o nível de desgaste do osso e testar inserção de próteses
  • Testar o procedimento completo, desde a pré-moldagem da placa cirúrgica, o teste do guia cirúrgico utilizando o ponto de vista que ele vai encontrar durante a cirurgia, e medindo o resultado da simulação por completo, tendo muito mais variáveis para melhorar o procedimento, depois de finalizada e analisada sua simulação.

 

Além dos casos comuns do mercado, que os convênios não costumam cobrir, este método serve para fins educacionais e de pesquisa também, em casos de má formação ou outros cenários raros e de pouca literatura.

O modelo para simulação de cirurgia é obrigatoriamente impresso em Resina (SLA/DLP/LCD), pois oferece uma grande variedade de materiais com aparências, texturas e propriedades diferentes. Este modelo tem a finalidade de testar procedimentos e dispositivos utilizados na cirurgia.

Na ortopedia e na neurologia, este modelo pode ser utilizado para executar um corte, desbaste ou inserção antes da cirurgia para uma melhor previsão dos passos do procedimento. Sendo assim, o método permite uma melhor previsão dos instrumentos a serem utilizados na cirurgia, economizando materiais disponíveis durante a cirurgia e tempo de escolha entre tantas opções.

Quando o médico utiliza para ortopedia, ele pode testar a inserção de uma prótese no modelo que simula o osso do paciente, sabendo antes da cirurgia se o procedimento tem chances de dar errado a curto e longo prazo, ele consegue antecipar as dificuldades do procedimento como, por exemplo, no caso de abortar o procedimento por falta de material ósseo para desbaste, ou mudança de abordagem, de uma prótese parcial para uma completa.

Já no caso de cirurgias neurológicas, o modelo pode explicitar as estruturas ósseas e os coágulos, para deixar a cirurgia mais objetiva, com menos stress para cirurgião e paciente. Cirurgias neurológicas envolvem normalmente um acesso difícil quase sempre bloqueado por estruturas ósseas, por isso é importante o planejamento e simulação do procedimento.